Recebida
Manifestação chega pelo canal (web, app, QR ou link público) e é automaticamente registrada com protocolo único. O denunciante recebe comprovante imediato. Anônimo ou identificado — o sistema trata os dois com o mesmo rigor.
Toda manifestação entra com protocolo único, segue por etapas com SLA, passa por papéis com acesso compartimentado e termina com plano de ação registrado. Sem caixa de e-mail virando arquivo morto. Sem caso parado por falta de dono.
Sem etapas formais, sem prazos e sem dono, a apuração vira improviso. Cada caso é tratado de um jeito, evidências se perdem, o denunciante fica no escuro — e quando o problema vira processo trabalhista ou CGU, a empresa não tem como reconstruir o que aconteceu.
"Vou olhar amanhã" virou semana. A categoria nunca foi atribuída, a gravidade nunca foi avaliada, e o denunciante já desistiu de acompanhar. Caso esquecido = problema crescendo.
Sem SLA por etapa, casos críticos competem com pequenas reclamações pelo mesmo tempo. A urgência se perde. Quando o comitê puxa a fila trimestral, descobre 14 casos vencidos.
Decisão tomada em reunião informal, evidência salva no Drive pessoal de quem investigou, denunciante recebeu resposta por WhatsApp do gerente. Auditoria pede o histórico e ninguém consegue montar.
Cada etapa tem SLA, entrada, saída e responsável claros. Você pode customizar o fluxo (adicionar etapas, alterar prazos, redefinir papéis), mas começa com um template já testado em comitês de ética que rodam centenas de casos por ano.
Manifestação chega pelo canal (web, app, QR ou link público) e é automaticamente registrada com protocolo único. O denunciante recebe comprovante imediato. Anônimo ou identificado — o sistema trata os dois com o mesmo rigor.
O comitê de ética analisa a manifestação, valida gravidade, refina a categoria sugerida pela IA e decide o caminho: apuração formal, encaminhamento à área competente, ou arquivamento fundamentado quando o caso não procede.
O apurador conduz a investigação: coleta evidências, registra entrevistas (com consentimento), anota linha do tempo, anexa documentos e cruza informações. Tudo dentro da plataforma — sem Drive pessoal, sem print de WhatsApp, sem arquivo solto.
O comitê delibera com base no relatório: aplica medida disciplinar, gera plano de ação para a causa-raiz, ou conclui pela improcedência fundamentada. Plano vai para acompanhamento. Denunciante recebe devolutiva via protocolo, com sigilo preservado.
Customização total: renomeie etapas, adicione passos intermediários ("Pré-apuração", "Revisão jurídica"), defina SLA específico por gravidade ou categoria, e configure escalonamentos automáticos. O template padrão é apenas o ponto de partida.
Acesso compartimentado por papel. O denunciante acompanha pelo protocolo, o apurador vê o caso atribuído, o comitê tem visão de fluxo, a auditoria tem leitura total. Cada um com o que precisa — nada além.
| Papel | Recebida | Triagem | Apuração | Resolvida |
|---|---|---|---|---|
| DenuncianteAnônimo ou identificado | Cria manifestação | Vê status | Vê status + envia complemento | Lê devolutiva |
| Comitê de éticaTriagem e decisão final | Lê + notificado | Classifica + atribui | Acompanha | Delibera + aprova plano |
| ApuradorInvestiga e coleta evidências | — | — | Conduz apuração | Lê decisão |
| LiderançaDecisão executiva | — | — | — | Aprova medidas + plano |
| AuditoriaInterna ou externa | Leitura total | Leitura total | Leitura total | Leitura total |
| Webli AIClassificação anônima | Classifica gravidade | Sugere categoria | Detecta padrões | Resumo executivo |
O protocolo único é a chave. Pelo número, o denunciante anônimo entra no canal, acompanha o caso, envia complementos e lê a devolutiva final. A plataforma garante o canal aberto sem precisar nem do nome, nem do e-mail.
Ao registrar a manifestação, o sistema gera um protocolo único (formato WBT-XXXX-XXXX-XXXX). O denunciante guarda — ou imprime — esse código. É o único elo de retorno.
Em qualquer momento, o denunciante anônimo pode voltar ao canal, digitar o protocolo e ver: status atual da apuração, etapa em andamento, e mensagens que o apurador deixou para ele.
O apurador pode pedir mais detalhes via mensagem no protocolo: "Você tem o nome da testemunha?", "Lembra a data aproximada?". O denunciante responde — sem expor identidade.
Ao concluir, a plataforma deixa a conclusão e a ação tomada disponível para leitura pelo protocolo. O denunciante anônimo lê. A empresa cumpriu o ciclo. E ninguém soube quem era.
Nada de evidência salva no Drive pessoal do apurador. Cada arquivo, áudio, e-mail, transcrição ou anotação é registrado dentro do caso — com identificador único, hash de integridade e trilha de quem fez upload, quando e com que justificativa.
PDF, DOCX, planilhas. Versionados — você sabe se o arquivo foi substituído depois.
Screenshots de conversas, fotos enviadas pelo denunciante. Metadata preservada.
Gravações de entrevistas (com consentimento) e mídias enviadas. Transcrição automática opcional.
Encaminhamentos do investigado ou de testemunhas. Cabeçalhos preservados quando relevantes.
Notas de entrevista, raciocínio, hipóteses descartadas. Versionado e atribuído ao autor.
Estrutura padrão de entrevista. Sigilo da identidade da testemunha quando solicitado.
No upload, o sistema calcula um hash SHA-256 do conteúdo do arquivo. Esse hash é gravado junto com o registro de quem fez upload, quando, e a justificativa. Se a evidência for questionada na auditoria, basta recalcular o hash — coincide com o original, é a mesma evidência; não coincide, foi alterada.
O que isso resolve: "Esse arquivo foi modificado depois de subir?", "É o original que o denunciante mandou?". Pergunta clássica da defesa em comissão interna. Aqui, a resposta é sim ou não — sem ambiguidade.
Cada etapa tem SLA configurável por gravidade. Casos de alta gravidade têm prazo apertado; casos de baixa gravidade têm folga. Quando o relógio chega perto do limite, alertas vão para o responsável — e para o comitê se passar do prazo.
Casos parados ao se aproximarem do SLA disparam três níveis de alerta: (1) lembrete ao responsável a 50% do prazo; (2) cópia para o comitê a 80%; (3) bloqueio do caso e revisão obrigatória do comitê quando vencido. Nenhum caso fica esquecido por padrão de configuração.
Não é só "fechar o ticket". A resolução gera um documento estruturado com: histórico do caso, evidências coletadas, decisão fundamentada, plano de ação e responsável pelo acompanhamento. Pronto para arquivo permanente e — se necessário — defesa formal.
A Webli AI atua sobre conteúdo anonimizado. Classifica gravidade, sugere categoria, identifica padrões entre casos e gera resumos executivos. Ela é uma ferramenta do comitê — não substitui a deliberação humana, mas tira atrito de tudo o que é mecânico.
No momento da submissão, a IA atribui uma pontuação de severidade com base no conteúdo. Comitê pode aceitar ou ajustar na triagem.
Assédio moral, fraude, conflito de interesse, discriminação — a IA propõe a categoria com base no texto. Acelera a triagem em ~70%.
"Esse é o terceiro caso na mesma área nos últimos 6 meses." A IA puxa correlações entre casos anonimizados — sem ver identidades.
Ao final, a IA gera um sumário do caso para o relatório do comitê. Linha do tempo, evidências-chave, decisão — pronto para leitura.
30 minutos com um especialista da Webli — você vê o fluxo real de uma manifestação, do protocolo único ao relatório final. E entende como configurar para a estrutura do seu comitê de ética.